Paz e aconchego

Todo mundo precisa de paz. É na paz que a gente constrói a noção de que estamos seguros e nesse lugar, relaxamos. Ficamos até zen!

Uma coisa que nos arranca desse lugar quentinho e fofo são as divisões, as dualidades. Escutando o link que eu coloquei na lírica palavra zen bu(N)dismo, marido ficou histérico. Começou a vociferar: que conversa mais fiada, esse povo tem filho, esse povo tem filho????

Eu entendo plenamente a histeria de marido. Como desapegar de filho? Eu não sei. Mas o sábio poeta já dizia desde tempos imemoriais que nós somos apenas arcos e que devemos isolar as flechas-filhos. Criar para o mundo. Precisa de desapego maior?

Mas fora isso, eu quero mais é aconchego, abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim!

Anúncios
Esse post foi publicado em Família, Filosofia de cordel e marcado , , , . Guardar link permanente.

2 respostas para Paz e aconchego

  1. Cláudia disse:

    Alice, Buda tinha mulher, Yashodhara, e filho, Rahula.
    Abandonou os dois, mais os pais e o palácio onde era o príncipe Sidarta,
    para viver como mendigo… Eu nunca entendi isso. Não é desapego, é abandono mesmo.
    Também quero dar e receber carinho, apegar e desapegar de acordo com as necessidades do amor.

  2. Adriana disse:

    Foi uma das minhas ponderações ao decidir não ter filhos: como não viver grudada neles 24/7? Eu sou uma praga, se nem os gatos eu deixo passar do jardim, imagina um filho? Diga para o Floris que compartilho a idéia dele: desapegar de filho é conversa fiada!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s