Ponto. Parágrafo

O enterro do nosso querido amigo foi distinto, como o mesmo. Marido e eu fechamos pessoalmente o caixão no velório em Portolândia e fomos para a Cidade das Chaves seguindo o Cadillac funerário. Chegando no cemitério seis rapazes de fraque preto se perfilaram e seguiram a pé ao lado do carro. Nove amigos  e três familiares do falecido nos esperavam por lá. Soaram sinos e os seis rapazes colocaram o caixão nos ombros e o carregaram sem usar as mão, o verbo em yolandês para isso é literalmente ombrar (schouderen).

Um amigo fez um curto discurso. Nele mencionou que marido foi mais que um filho e nos agradeceu.

No trabalho avisei que a partir de primeiro de fevereiro trabalho três dias por semana. Em março começo a trabalhar um dia por semana no atendimento a surdos. Vou aprender a linguagem dos sinais do Brejo de Baixo e começar algo novo.

Ponto. Parágrafo

Anúncios
Esse post foi publicado em Filosofia de cordel e marcado , , . Guardar link permanente.

4 respostas para Ponto. Parágrafo

  1. Marcia disse:

    Por que Leiden é a cidade das chaves?

  2. Alice disse:

    As armas da cidade são duas chaves vermelhas: veja no link.

  3. Jaboticaba disse:

    Belo!

  4. Pingback: Cartório | 1 ou 2 Palavrinhas

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s