Recordar é viver

Hoje foi meu primeiro dia no trabalho novo: pacientes surdos, alguns colegas surdos e eu vou aprender outra língua: a linguagem de sinais holandesa. Sim, meus queridos pitacoleitores, cada país tem a sua… Assim vou garantindo a minha ginastiquinha cerebral.

E falando em ginastiquinha lembrei demais do Esporte Clube Ginástico. Com o pitaco de ontem abriu-se uma página do meu passado (onde aconteceu de tudo, mas que não me condena!): o basquete! Sentem-se para não desmaiarem: eu joguei basquete. E não! Eu não era a bola. E lá pelas tantas, com a faculdade e com a crítica de que eu nunca seria boa atleta, fui trabalhar como mesária (aka apontadora, cronometrista ou então operadora dos 30 segundos). E gente, eu sabia TUDO sobre o esporte mais legal do mundo (depois da patinação de velocidade no gelo, é claro).

E pelo feicibuque eu achei alguns amigos daquela época. Tempo bom.

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Uma resposta para Recordar é viver

  1. Rachel Ribeiro de Paiva Kux disse:

    Interessante, Alice. Substituir um de seus principais instrumentos de trabalho, a palavra, pelos sinais.

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