Lava-louça

Se os senhores, meus queridos PITACOleitores, pudessem ver o jeito que os meus renomados e eruditos colegas jogam, tacam, isolam seus pratos e talheres na máquina de  lavar louças do trabalho vocês teriam uma síndrome de Pierre Paquet.

Eu quase tenho um troço. Arrumo tudo.

A maior prova que eu achei minha cara metade é que, independente de quem tenha colocado os objetos na lavadora robótica, qualquer um de nós dois poderia guardar as coisas com a luminosidade emitida por um buraco negro.

A vida é repleta de imprecisões e incertezas. Quando há algo simples, onde o mínimo de estrutura e previsibilidade no caos é possível: façam-no.

E para o resto, dêem um salto no escuro!

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4 respostas para Lava-louça

  1. Erga ommnes disse:

    Nossa, isso foi complexo. Podemos nos casar, bote o Floris no freeser, mas bem lavadinho, como eu faço com as laranjas, garrafas d’água e cervejas. Não tenho esse equipamento lavatório, mas se o tivesse, lamberia antes os pratos e lá os depositaria por ordem de tamanho, cores e valores venais… Tudo muito arrumadinho.

  2. Angie disse:

    Pelo menos os seus colegas colocam a louça dentro da máquina. Aqui na empresa há gente que acredita que deixando a louça suja na pia, pequenas fadas mágicas virao e colocarao a dita cuja na máquina – like magic. Aaaaaaaargs!🙂
    Beijocas, Angie

  3. Pingback: Adeus | 1 ou 2 Palavrinhas

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