Classe

Sumi um pouquinho. A culpa não foi de nenhuma intempérie emocional, nem lotação do ALLice Inclusive. É por causa dos Jogos Olímpicos. Assim como minha mãe e meus irmãos eu ADORO. Assisto tudo o que posso. O Brasil ganhou medalhinhas e o meu Brejo também. Nessas casos é muito bom ter dupla nacionalidade.

Mas a classe a qual me refiro não é a altíssima qualidade dos atletas olímpicos, e sim aquelas que o Carlão dizia determinar o capitalismo com a sua luta. Quem me conhece sabe do meu DNA de Isaura. Não consigo ir numa festa brejeira e ver coisas a fazer e ficar esperando… Ponho a mão na massa, procuro o durex (isso dá pano prá outro pitaco!), cato pratinhos e copos abandonados para o lixo ou para a cozinha e o que mais aparecer para fazer.

Hoje fiz o mesmo. Uma senhora muito simpática, brasileira, tia da mãe da aniversariante, ao me ver ralar, veio me perguntar como eu falava português se eu trabalhava no estabelecimento onde a festa acontecia. Não me ofendeu. Gosto de ajudar nas festas, faço com prazer. Só caí em mim que as coisas realmente muito diferentes nos dois países do meu coração.

Hup Holland! Vai, Brasil!

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