Casa

Nessa última semana umas três pessoas me perguntaram se eu emagreci. Bem que eu gostaria. Não perdi uma graminha sequer.

Eu mudei e moro na casa mais linda do mundo (prá mim!). Ela é torta e tem defeitos, por isso mesmo ela é uma casa de sonho. É perfeita na imperfeição.

Nela nosso móveis ficaram mais lindos. Nela nossas coisas desabrocharam. Nela meu coração se abriu e eu fiquei feliz.

Não emagreci, estou só muito contente. Amo nossa casa nova/velha!

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Serendipity

Essa palavrinha não existe até onde eu sei em português. Ela significa uma feliz coincidência.

Elas têm acontecido uma atrás da outra esses dias. Os amigos novos do filho moram perto da nossa casa velha nova. A dona da galeria onde eu atualmente dou minhas aulas de yoga ligou avisando que precisa da sala a partir de janeiro – justamente quando eu vou passar a dar aulas em casa!

Tudo vai chegando no lugar. Tudo vai de maneira serena e feliz se ajeitando: serendipity!

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Dial up

Nos idos da internet tudo acontecia por conexão discada. Pouca gente tinha uns computadores dinossáuricos. Muitos de nós parasitávamos a única linha telefônica da casa nas noites e nos fins de semana, quando a gente podia ficar horas on line ao preço de um impulso.

Nesse tempo distante eu vivia num determinado chat. Nesse chat viviam outras pessoas e algumas delas ficaram amigas. Eu fui aceita no clã do X, um grupo de adolescentes malucos que me achavam legal e me adotaram como um misto de mascote e matriarca da gang.

Uma remanescente desse tempo passou esse fim de semana conosco. Passeamos muito e batemos muito papo. Depois de anos sem nos ver e sem ficarmos dependuradas uma com a outra num chat, rimos e choramos entre várias palavrinhas.

A internet me trouxe muita gente boa nessa vida!

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Vanusa

Em breve vamos mudar.

Ficamos em Portolândia, vamos para mais perto do centro e postanto da escola nova do filho.

Estamos muito felizes e entre caixas. Vamos desconstruir para construir.

Sei que ando sumida. A culpa é das caixas.

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Casar é bom

A Anna tem pai e mãe holandeses da gema. Ela nasceu e cresceu no Paraná, em Carambeí, pertinho de Ponta Grossa. Ela é 100% do Brejo de Baixo e 100% tupiniquim. Isso a torna um ser dois em um (200%!).

Hoje ela se casou. A família veio de Pindorama. Um bando de lourões falando português paranaense. Muito engraçado.

A festa espelhou a doçura, a animação e o carinho de Anna. E ela encontrou no Ruud um ótimo companheiro.

Obrigada, amigos Anna e Ruud, a festa foi excelente. E meu menino brazuca do brejo amou o arrasta pé e foi o campeão do Limbo!

Que eles sejam felizes para sempre!

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Tempo

Não, queridos pitacoleitores, não estou com falta de tempo. Eu estou meio despitaquejada…

Recebemos um primo e sua esposa muito queridos aqui no ALLice Inclusive esses dias. Fico imensamente contente em receber amigos e ainda mais amigos da família. Meu coração se enche de alegria!

Caminhando com eles pelas ruas a gente vê coisas por outros olhos e a gente repara nos nossos ritmos e nas nossas mudanças.

Somos outros e continuamos os mesmos. O tempo amadurece as pessoas e conserva os bons sentimentos.

Obrigada e voltem sempre e logo!

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Temerários

Meu marido e eu não temos medo de nada. Temos sorte, encontramos um ao outro.

Nossa coragem é maior que a do Batfino e sua asa como uma couraça de aço.

Nós demos o salto.

E agora é correr pro abraço e esperar que a piscina lá em baixo seja funda o suficiente para nós dois, e que a gente entre de ponta e não levante muita água. Esses mergulhos tiram nota boa.

Estou feliz.

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Janela lateral

Fomos passear com o primo que mora em Londres em Schiedam. Não poderíamos deixar de visitar o museu do Mé do Brejo de Baixo. Depois da visita fomos olhar umas casas que estavam a venda por lá e no final eu e o primo sentamos num murinho de esquina batendo um papo firme em alto e bom som.

De  repente uma senhora coloca a cabecinha na janela logo acima do murinho e dá altos pitacos na nossa conversa.

No final ela desceu, beijou nós três (marido também!) e nos deu bolinhos de bacalhau.

Com o coração no Brasil, ela mora em frente a um moinho, em Schiedam.

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Tomou, papuda!

Ontem não fui e hoje minhas alunas não foram. Normal. O universo me dando um troco básico.

Uma aluna foi. Ela queria ir embora sem fazer nada. Eu, que sou professora que se preza, disse: senta que lá vem meditação!

E a que temos feito nas últimas semanas funciona. O sistema parassimpático dá uma sintonizada e a gente cai num flow positivo.

Experimente!

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Não fui

Esqueci a ginástica! Isso nunca aconteceu desde que comecei essa empreitada. Atrasada eu já cheguei, mas esquecer completamente, nunca.

Não tem desculpa. Espero não repetir a dose.

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